É
assustador que, diante de um processo eleitoral tão tétrico, haja tanta
passividade na sociedade brasileira. Cada vez mais, a qualidade da
representação política consegue ser pior do que o nível de coliformes fecais
das águas putrefatas do histórico Rio Tietê, destruídas pelos paulistanos e a incrível capacidade de São Paulo de dizimar toda a paisagem natural da cidade.
Três perversos, detestáveis e nauseantes vagabundos são candidatos ao Palácio do Planalto em 2026.
Vamos seguir pela ordem de apresentação, com o nariz tamponado para evitar ser
contaminado pelo odor de córrego de viela.
O primeiro
é o vagabundo filho de Jair Bolsonaro, o psicopatinha nº 1, o Flavinho. O
segundo é o vagabundo, é o tal Renan Santos, o moleque fascista do MBL, que se transmutou bizarramente
em partido político "fake" e liberado, inexplicavelmente, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma basófia jocosa denominada "Missão". Por último, é o vagabundo latifundiário do Centro-Oeste da terceira idade, o Ronaldo Caiado.
Flavinho, senador ocioso pelo Rio de Janeiro, é o típico mimado vagabundo profissional que nunca fez porra nenhuma, nunca
trabalhou, de fato, na vida e sempre foi sustentado pelo papai, o vagabundo-mor e
patriarca da familícia carioca. Sequer conseguiu um voto na vida se não fosse
pelas piruetas de um pai miliciano que fez suas presepadas e colocou toda a
família para parasitar o dinheiro público na política. Da ex-mulher, atual
mulher, quatro filhos vagabundos e parasitas, a família inteira de Bolsonaro se
instalou na política sem contribuir com um único fio de cabelo do saco de Papai Noel para a melhoria das
condições de vida da população. É um típico “case de sucesso” de como a
política brasileira é um grande puteiro, onde todos os canalhas podem
chafurdar, angariando votos de todo tipo de otário em qualquer eleição.
Flavinho,
como vive a imitar seu falastrão papai, é o típico covarde que só é machão
cercado de seguranças por todos os lados. Um moleque com grave limitação
cognitiva, que não sabe nem amarrar os próprios cadarços, mas, como o vagabundo do pai
está inelegível por suas falcatruas, foi alçado à condição de candidato à
Presidência. Ademais, Flavinho está atolado até a sua fuça com os escândalos inescrupulosos do canalha vigarista do Vorcaro e a sua fábrica de imundície do sistema financeiro brasileiro, o Banco Master.
Renanzinho
é um Flavinho sem ter um pai psicopata ex-presidente. É o mesmo tipo de detrito
que qualquer pessoa acionaria a descarga do vaso sanitário para ser conduzido
ao esgoto mais próximo. Renanzinho é cria do grupinho da geração de puro estrume de fascistas do Movimento
Brasil Livre (MBL), uma invenção de empresários que municiaram moleques
vagabundos e oportunistas, todos eles detalhadamente com viés sociopata, para
atacar o PT durante os protestos de 2013, que culminaram no golpe de 2016
contra Dilma Rousseff.
Já Caiado
é uma velha raposa matreira, ligada às macroestruturas do agronegócio do
Centro-Oeste brasileiro, que adotou uma postura à la machão de porta de
puteiro, com sotaque de caipira metido a valentão, de olho na parte acéfala do
eleitorado brasileiro que apoia a quadrilha da família Bolsonaro. Caiado sabe
que não tem uma chance real de vencer, mas, por vaidade narcísica, amplia sua
mediocridade regional para o plano nacional.
Esta é
uma disputa tétrica para saber quem vai conduzir o país ao fundo do poço e quem
será o vira-lata maior, que balançará o rabinho todo felizão para entregar a
soberania brasileira nas patas de Donald Trump.
A extrema
direita é o puro surto do sanatório em tempo real. Uma das características de
toda extrema direita é o exacerbado nacionalismo. A extrema direita brasileira
é puro delírio, pois é uma cambada de retardados que tem em comum o ódio pelo
país, ou seja, são antinacionalistas, querem sabotar o tempo todo a economia do
país, vivem a idolatrar os Estados Unidos e sua besta-mor, Trump, além de achar
que nada no país presta e desejar transformar o Brasil no 52º estado dos EUA
(logo após a aquisição do 51º estado por Trump, a Venezuela!).
Eis os três
típicos vagabundos que têm a maior cara de pau de se postularem como candidatos
à Presidência do Brasil. Monstros que desprezam a vida humana e, em particular,
a familícia de Bolsonaro, que, durante a pandemia de COVID-19, sob a
presidência catastrófica do patriarca da milícia, levou para sete palmos de
chão cerca de 700 mil brasileiros, sendo que jamais os monstros responsáveis pela
maior tragédia humanitária do Brasil recente foram julgados e sequer
condenados!
Só em um
momento de novo delírio e crise no Poder Judiciário se deixaria qualquer um dos
psicopatas da família Bolsonaro ser candidato a qualquer coisa, nem a síndico
de prédio!
Eis mais
um momento político que urge ao cidadão ter um mínimo de bom senso. Por mais
que esteja descontente com o atual governo de Lula, com toda a razão, em
política, tudo pode piorar drasticamente. Sabemos que, quando se colocam
vagabundos psicopatas no poder, o resultado é uma catástrofe histórica!
Em 2018,
diante de um surto de idiotização nacional propagado pela grande mídia e pelas
redes (in)sociais, o Brasil elegeu um dos maiores vagabundos da Câmara dos
Deputados, Bolsonaro, para a Presidência, e o resultado foi um festival de
retrocessos inacreditáveis que transformaram o país em um grande prostíbulo, com uma economia decadente em recheado com um mar de cruzes dos mortos por COVID-19 e sequelados à perder de vista.
De novo,
em 2026, o espermatozoide desenvolvido de Bolsonaro se coloca como candidato à
Presidência para afundar ainda mais a nação e entregar toda a soberania
brasileira para debaixo das botas de Donald Trump. Tal como o modelo de submissão territorial patrocinada por Delcy Rodriguez, a ex-vice de Nicolás Maduro capturado de forma surreal pelas forças estadunidenses em pleno solo da Venezuela, Flavinho e sua imunda família de bandidos sociopatas já estão trabalhando para entregar toda a soberania brasileira nas mãos de Trump e seus fascistas de Washington e do Pentágono.
Diante
deste cenário, Lula, o atual presidente, é o candidato disparado com melhor
preparo para seguir conduzindo o país. É bom lembrar que urna não
é vaso sanitário, e eleição não é para eleger virgens samaritanas. É preciso
ter o critério de saber que tudo pode piorar se não houver um discernimento
consciente entre aquilo que ainda não é satisfatório, mas no qual são possíveis
algumas melhorias, e sua contraparte: a tragédia estampada com vagabundos
sociopatas, como é o caso exemplar de Flavinho, o trágico perverso Bolsonaro Júnior.
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