sábado, 7 de fevereiro de 2026

GOL DE PLACA! FLAMENGO REAGE JURIDICAMENTE A ACUSAÇÕES DE CARÁTER IDENTITÁRIO

 

Um gol emblemático. O departamento jurídico do Clube de Regatas do Flamengo decidiu reagir judicialmente às acusações promovidas por setores do identitarismo oportunista, em especial aquelas provenientes da ONG Educafro.

Referida entidade, sob a liderança do Frei David, é responsável por reiteradas iniciativas voltadas à obtenção de recursos financeiros de entidades, empresas e pessoas físicas, por meio de pedidos de indenizações vultosas, fundamentados em supostos casos de “racismo” alegadamente existentes no país.

Assim como a política do sionismo colocou a questão judaica no centro de uma vitimização mundial após a Segunda Guerra Mundial, a onda do identitarismo woke, a partir do século XXI, opera de maneira similar, buscando uma hipertrofia da construção vitimista da questão racial e colocando-a como eixo central dos problemas sociais, de forma acrítica, genérica e inquisitorial.

No caso em questão, a Educafro teria pleiteado do Flamengo a quantia de 100 milhões de reais, sob a alegação da prática de “racismo” por parte da principal instituição do futebol brasileiro. Em resposta, o clube ingressou com ação judicial contra a Educafro, imputando-lhe a prática de calúnia e difamação. Trata-se de um movimento incomum, no qual uma instituição acusada de forma considerada leviana reverte a lógica da vitimização padronizada e promove ação judicial contra o acusador.

Tal iniciativa representa um ponto muito positivo para fomentar o imprescindível debate público nacional, ao contribuir para o questionamento crítico de narrativas associadas à ideologia woke de origem estadunidense e de seus respectivos propagadores. Segundo essa perspectiva, tais agentes buscariam, prioritariamente, a obtenção de dividendos financeiros, privilégios pessoais e influência política, valendo-se de uma retórica sensacionalista em torno do conceito de “racismo estrutural”.

O referido conceito teria se convertido em um lema amplamente explorado por um lobby identitário de viés racializado, fomentando uma lucrativa “indústria do racismo”. O alardeado “racismo estrutural” constitui uma narrativa frágil sob os prismas histórico e sociológico, sustentada, em grande medida, pela aceitação acrítica do senso comum ou pela atuação de agentes que visariam a benefícios próprios a partir da difusão de conceitos considerados inconsistentes.

(Wellington Fontes Menezes) 


PARA SABER MAIS: https://www.espn.com.br/futebol/flamengo/artigo/_/id/16277615/flamengo-ataca-entidade-que-quer-100-milhoes-por-racismo-oportunista-e-impertinente 


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