domingo, 13 de setembro de 2026

A REAL AMEAÇA À SOBERANIA E À DEMOCRACIA BRASILEIRA: TRÊS VAGABUNDOS EM BUSCA DO PLANALTO

 

É assustador que, diante de um processo eleitoral tão tétrico, haja tanta passividade na sociedade brasileira. Cada vez mais, a qualidade da representação política consegue ser pior do que o nível de coliformes fecais das águas putrefatas do histórico Rio Tietê, destruídas pelos paulistanos e a incrível capacidade de São Paulo de dizimar toda a paisagem natural da cidade.

Três perversos, detestáveis e nauseantes vagabundos são candidatos ao Palácio do Planalto em 2026. Vamos seguir pela ordem de apresentação, com o nariz tamponado para evitar ser contaminado pelo odor de córrego de viela.

O primeiro é o vagabundo filho de Jair Bolsonaro, o psicopatinha nº 1, o Flavinho. O segundo é o vagabundo, é o tal Renan Santos, o moleque fascista do MBL, que se transmutou bizarramente em partido político "fake" e liberado, inexplicavelmente, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma basófia jocosa denominada "Missão". Por último, é o vagabundo  latifundiário do Centro-Oeste da terceira idade, o Ronaldo Caiado.

Flavinho, senador ocioso pelo Rio de Janeiro, é o típico mimado vagabundo profissional que nunca fez porra nenhuma, nunca trabalhou, de fato, na vida e sempre foi sustentado pelo papai, o vagabundo-mor e patriarca da familícia carioca. Sequer conseguiu um voto na vida se não fosse pelas piruetas de um pai miliciano que fez suas presepadas e colocou toda a família para parasitar o dinheiro público na política. Da ex-mulher, atual mulher, quatro filhos vagabundos e parasitas, a família inteira de Bolsonaro se instalou na política sem contribuir com um único fio de cabelo do saco de Papai Noel para a melhoria das condições de vida da população. É um típico “case de sucesso” de como a política brasileira é um grande puteiro, onde todos os canalhas podem chafurdar, angariando votos de todo tipo de otário em qualquer eleição.

Flavinho, como vive a imitar seu falastrão papai, é o típico covarde que só é machão cercado de seguranças por todos os lados. Um moleque com grave limitação cognitiva, que não sabe nem amarrar os próprios cadarços, mas, como o vagabundo do pai está inelegível por suas falcatruas, foi alçado à condição de candidato à Presidência. Ademais, Flavinho está atolado até a sua fuça com os escândalos inescrupulosos do canalha vigarista do Vorcaro e a sua fábrica de imundície do sistema financeiro brasileiro, o Banco Master. 

Renanzinho é um Flavinho sem ter um pai psicopata ex-presidente. É o mesmo tipo de detrito que qualquer pessoa acionaria a descarga do vaso sanitário para ser conduzido ao esgoto mais próximo. Renanzinho é cria do grupinho da geração de puro estrume de fascistas do Movimento Brasil Livre (MBL), uma invenção de empresários que municiaram moleques vagabundos e oportunistas, todos eles detalhadamente com viés sociopata, para atacar o PT durante os protestos de 2013, que culminaram no golpe de 2016 contra Dilma Rousseff.

Já Caiado é uma velha raposa matreira, ligada às macroestruturas do agronegócio do Centro-Oeste brasileiro, que adotou uma postura à la machão de porta de puteiro, com sotaque de caipira metido a valentão, de olho na parte acéfala do eleitorado brasileiro que apoia a quadrilha da família Bolsonaro. Caiado sabe que não tem uma chance real de vencer, mas, por vaidade narcísica, amplia sua mediocridade regional para o plano nacional.

Esta é uma disputa tétrica para saber quem vai conduzir o país ao fundo do poço e quem será o vira-lata maior, que balançará o rabinho todo felizão para entregar a soberania brasileira nas patas de Donald Trump.

A extrema direita é o puro surto do sanatório em tempo real. Uma das características de toda extrema direita é o exacerbado nacionalismo. A extrema direita brasileira é puro delírio, pois é uma cambada de retardados que tem em comum o ódio pelo país, ou seja, são antinacionalistas, querem sabotar o tempo todo a economia do país, vivem a idolatrar os Estados Unidos e sua besta-mor, Trump, além de achar que nada no país presta e desejar transformar o Brasil no 52º estado dos EUA (logo após a aquisição do 51º estado por Trump, a Venezuela!).

Eis os três típicos vagabundos que têm a maior cara de pau de se postularem como candidatos à Presidência do Brasil. Monstros que desprezam a vida humana e, em particular, a familícia de Bolsonaro, que, durante a pandemia de COVID-19, sob a presidência catastrófica do patriarca da milícia, levou para sete palmos de chão cerca de 700 mil brasileiros, sendo que jamais os monstros responsáveis pela maior tragédia humanitária do Brasil recente foram julgados e sequer condenados!

Só em um momento de novo delírio e crise no Poder Judiciário se deixaria qualquer um dos psicopatas da família Bolsonaro ser candidato a qualquer coisa, nem a síndico de prédio!

Eis mais um momento político que urge ao cidadão ter um mínimo de bom senso. Por mais que esteja descontente com o atual governo de Lula, com toda a razão, em política, tudo pode piorar drasticamente. Sabemos que, quando se colocam vagabundos psicopatas no poder, o resultado é uma catástrofe histórica!

Em 2018, diante de um surto de idiotização nacional propagado pela grande mídia e pelas redes (in)sociais, o Brasil elegeu um dos maiores vagabundos da Câmara dos Deputados, Bolsonaro, para a Presidência, e o resultado foi um festival de retrocessos inacreditáveis que transformaram o país em um grande prostíbulo, com uma economia decadente em recheado com um mar de cruzes dos mortos por COVID-19 e sequelados à perder de vista.

De novo, em 2026, o espermatozoide desenvolvido de Bolsonaro se coloca como candidato à Presidência para afundar ainda mais a nação e entregar toda a soberania brasileira para debaixo das botas de Donald Trump. Tal como o modelo de submissão territorial patrocinada por Delcy Rodriguez, a ex-vice de Nicolás Maduro capturado de forma surreal pelas forças estadunidenses em pleno solo da Venezuela, Flavinho e sua imunda família de bandidos sociopatas já estão trabalhando para entregar toda a soberania brasileira nas mãos de Trump e seus fascistas de Washington e do Pentágono. 

Diante deste cenário, Lula, o atual presidente, é o candidato disparado com melhor preparo para seguir conduzindo o país. É bom lembrar que urna não é vaso sanitário, e eleição não é para eleger virgens samaritanas. É preciso ter o critério de saber que tudo pode piorar se não houver um discernimento consciente entre aquilo que ainda não é satisfatório, mas no qual são possíveis algumas melhorias, e sua contraparte: a tragédia estampada com vagabundos sociopatas, como é o caso exemplar de Flavinho, o trágico perverso Bolsonaro Júnior.

 (Wellington Fontes Menezes)

domingo, 2 de agosto de 2026

UMA PRAGA PÓS-MODERNA: O FANATISMO IDENTITÁRIO DENTRO DA ESCOLA

 


Na reportagem do Zero Hora, veículo de comunicação do Rio Grande do Sul, apresenta-se uma entrevista com mais uma fanática catequética, doutrinadora da Santíssima Trindade da lacração do fascismo identitário.

Todavia, quem não fica atento a matérias jornalísticas sensacionalistas como esta acaba comprando gato por lebre e engolindo sapo pensando que é caviar. O uso da palavra "Matemática", explicitamente em destaque, serve apenas para atrair o leitor no título da reportagem. Quem lê logo imagina que se trata de uma artista dos números, munida de uma varinha de condão que magnetizou todos os seus aluninhos com os "místicos saberes" da Matemática. Pois é, mas não há nada desse romantismo abobalhado escolar!

O foco da catequese da presente missionária, fantasiada de "professora", é a "menstruação das alunas" e o debate sobre os infinitos gêneros. Claro, como até as pedras da Pangeia sabem, tal doutrina é a base fundamental da Aritmética!

Para quem não se lembra, a "Escola sem Partido", um movimento de extrema direita que tinha tara por perseguir professores nas escolas e buscava impor um desnorteante "currículo conservador" (seja lá o que significa tal bordão), jamais chegou nem perto do preocupante estrago que guetos reacionários e fanatizados, fantasiados como se fossem a última bolacha do pacote do "progressismo" e embriagados de fascismo identitário, vêm causando em todos os níveis da Educação. Tal panfletagem ideológica representa mais um processo de conversão ideológica cognitivo-degenerativa ao qual muitos aderem por ignorância, modismo ou mero oportunismo de autointeresse.

Vale lembrar que o identitarismo é um sedutor cavalo de Troia que foi parido a partir da delirante "esquerda" estadunidense (aquela gororoba ideológica pretensiosa que finge ser "anticapitalista"), contaminou uma senil Esquerda Ocidental, órfã de um projeto de mundo após a queda do Muro de Berlim, e hoje constitui o principal braço político-ideológico do neoliberalismo, com jeitinho de virgem de meretrício, que muitos oportunistas e desavisados querem amar e cortejar dentro das esferas políticas e sociais devido aos seus supostos poderes ancestrais do "politicamente correto".

Nessa delirante catequese identitária, todos os problemas do universo se resumem à tríade fatalista e reducionista: gênero, raça e sexo. Trata-se da tentativa de impor uma idiotização social por meio de um debiloide culturalismo tão inútil quanto estéril, que resulta em uma guerra cultural comportamentalista de todos contra todos, enquanto os donos e operadores do grande capital assistem do camarote e gargalham de orelha a orelha.

O momento político é dantesco, e temos um cenário em que qualquer medíocre e estúpida vulgata ideológica do capital não encontra nenhuma barreira factível, impondo-se como pensamento único e hegemônico no Ocidente.

(Wellington Fontes Menezes)


terça-feira, 14 de julho de 2026

O IDENTITARISMO E A EXTREMA DIREITA: OS MONSTROS SIAMESES

 


O identitarismo é a ideologia culturalista do neoliberalismo. Utiliza-se da sensacionalista, desonesta e chorosa vitimização como arma sedutora para posar e impor um falso puritanismo reacionário, catequético e persecutório.

Como uma face mais profissional do fascismo contemporâneo, o identitarismo atua por meio de uma ampla rede de arautos performáticos, colaboradores profissionais e amadores, partidos políticos, empresas privadas fantasiadas de ONGs e desavisados úteis, funcionando como um motor contínuo para acuar, insultar, constranger, humilhar, ameaçar e extorquir qualquer opositor que ouse questionar suas alucinações pseudopolitizadas e parasitárias.

A maior especialidade operacional do identitarismo é utilizar-se do lobby político para chantagear o Estado e impor e implementar um cabedal de políticas neoliberais pseudoprogressistas, tais como: o cotismo (ou seja, a destruição da isonomia e da igualdade entre os cidadãos); a prática da segregação social, com o uso exacerbado de fantoches narcísicos e a conveniente superexploração do "preconceito" (a performática onipresença do "racismo" constitui sua principal catapulta e arapuca sedutora); e a falsificação da História e a deturpação da realidade como mote para uma justificativa histriônica da extorsão político-midiática.

O identitarismo é o grande e sedutor fascismo pós-moderno que embala corações perversos e mentes desorientadas. Assim como a extrema direita, o identitarismo também é financiado pelo grande capital e por mecenas bilionários. Um verdadeiro jorro de dinheiro, não apenas oriundo do capital privado, mas também captado por meio de políticas estatais, financia grupos identitários por intermédio do lobby político.

No Brasil dos anos petistas, o serpentário do identitarismo brotou, alimentou-se, cresceu e se constituiu, inclusive, em ministérios estatais que se transformaram em verdadeiros cabos de tração da ideologia identitária na sociedade, algo visto apenas em períodos de ferrenhas ditaduras.

Em suas raízes mais profundas, a ideologia identitária ganhou força no Brasil a partir da implementação do modelo neoliberal, em particular após os anos 2000. Suas políticas de segregação social — uma nefasta tentativa de introduzir um simbólico e teatral "apartheid" à brasileira — e a irradiação visceral da cartilha neoliberal vêm sendo operacionalizadas pelo Estado, independentemente da orientação ideológica dos governos que assumem o poder, seja o bolsonarismo em São Paulo, seja o petismo no Governo Federal.

Apesar da retórica empolada entre o conservadorismo da extrema direita e o falso progressismo do identitarismo, em ambos os campos ideológicos não existem diferenças práticas. Enquanto a extrema direita encontra-se mais concentrada no campo da direita, o identitarismo é uma ideologia parasitária e descentralizada que pode atuar tanto como um cavalo de Troia no campo das esquerdas quanto como um braço político de grupos da extrema direita, como o partido Alternativa para a Alemanha (AfD), na Alemanha.

Todavia, as diferenças particulares entre a extrema direita e o identitarismo encontram-se no campo operacional. A primeira busca alcançar e agarrar-se ao poder por meio da corrosão de democracias fragilizadas; o segundo objetiva parasitar e galgar espaços estratégicos nas entranhas dos aparelhos estatais e privados.

Ambos os campos ideológicos, a serviço do grande capital, seus verdadeiros mentores e patrocinadores, operam de forma harmônica e coexistem, fantasiando-se sob uma falsa polarização para formar uma camarilha de apoiadores políticos e financeiros.

Quem não compreende — ou insiste em ignorar — a face devastadora do identitarismo será consumido por suas entranhas, além de poder tornar-se um servo útil e subserviente aos interesses do grande capital, seja de modo involuntário, seja por um espontaneísmo perverso.

(Wellington Fontes Menezes)


👉 PARA SABER MAIS: 

https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/07/13/janja-presta-solidariedade-a-michelle-e-damares-apos-ataques-nao-pode-soltar-a-mao-nao-importa-qual-campo-ideologico.ghtml

sábado, 4 de julho de 2026

LOBOTOMIA IDENTITÁRIA E O LOBBY DO AUTOINTERESSE: O COTISMO DA SOMBRA E ÁGUA FRESCA!

 


O lobby do cotismo racialista, que busca impor um discurso da eugenia dos trópicos no país da maior miscigenação étnica do Ocidente, só quer o filé mignon da realeza.

Os arautos identitários nunca passam nem perto dos cargos da plebe, com salários de merda! Afinal, quem é bobo de querer pegar no batente se pode reivindicar uma carne de primeira na apoteose das entranhas do aparelhamento estatal e na massa suculenta das autarquias?

A militância lobista do autointeresse identitário sabe muito bem onde quer fincar seus alvos e utiliza um discurso catequético, escrachadamente vitimista, além da exploração da perversão narcísica.

O mais curioso, apesar do uso de um discurso incompatível com a dinâmica histórica, é como a perversão sensacionalista e midiático-emotiva da ideologia racialista neoliberal rompeu o mínimo senso de realidade e adentrou o discurso institucional, jurídico e social sem uma gota de questionamento.

(Wellington Fontes Menezes)


👉 PARA SABER MAIS: https://www.estadao.com.br/educacao/justica-nega-liminar-para-criar-cotas-raciais-em-residencia-medica-do-einstein-acao-vai-prosseguir/

PARASITANDO O JUDICIÁRIO

 

O bolsonarismo da extrema direita que governa Mato Grosso estabeleceu um casamento ideológico com o fascismo identitário para promover a teologia da nova eugenia dos trópicos e difundir a farsa do chamado "racismo estrutural".

O ápice da arrogância do fascismo racialista consiste em apresentar-se como paradigma de superioridade moral, convertendo a ideologia neoliberal em um suposto "letramento racial". Trata-se, em última análise, de um ritual de submissão simbólica, segundo o qual todos — leia-se: os "brancos" — deveriam curvar-se diante dos autoproclamados herdeiros de divindades ancestrais e de uma África mítica, idealizada e imaculada, construída para seduzir os ingênuos e favorecer os oportunistas de ocasião.

A convergência entre bolsonaristas e identitários possui um propósito evidente: parasitar, deformar e ideologizar o já combalido aparelhamento jurídico brasileiro. Soma-se a isso um permanente espetáculo retórico destinado a convencer a sociedade de que todos os problemas sociais decorreriam de um suposto "preconceito raciológico", como se uma construção dessa natureza possuísse qualquer fundamento científico ou pudesse resistir ao mais elementar exame racional.

Os arautos da militância identitária procuram conferir legitimidade a um amplo mecanismo assistencialista que, na perspectiva aqui defendida, afronta princípios constitucionais ao instituir e naturalizar uma nova categoria de privilégios baseada em critérios racialistas. Para isso, recorrem às doutrinas da ideologia woke estadunidense e às narrativas vitimistas do romanceiro colonialista, configurando aquilo que se poderia descrever como uma forma tropicalizada de neossionismo político no século XXI.

O resultado é um espetáculo dantesco que reúne oportunismo, charlatanismo, anticientificismo, anti-intelectualismo, negacionismo sistemático e ataques dirigidos ao marxismo — reduzido, de forma caricatural, à condição de "coisa de homem branco" —, bem como às formulações racionalistas que historicamente fundamentaram diferentes concepções progressistas de mundo.

(Wellington Fontes Menezes)


👉 PARA SABER MAIS: https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/6/curso-sobre-letramento-racial-promove-equidade-no-ambiente-institucional-pj

O FASCISMO NUNCA DORME E RESSUSCITA OS BIZARROS TRIBUNAIS RACIALISTAS NOS TRÓPICOS MISCIGENADOS BRASILEIROS

 

A máquina industrial do lobby identitário não dorme. Opera incessantemente e sem a menor parcela de escrúpulo. Naturalizar, em plena democracia brasileira do século XXI, um dos expedientes mais odiosos dos tribunais nazistas constitui uma das maiores infâmias promovidas pelos arautos da ideologia teológica woke, empenhados em impregnar o imaginário da miscigenada sociedade brasileira com categorias raciais incompatíveis com sua própria formação histórica.

A lógica neoliberal das cotas e seus grotescos tribunais da classificação racial foram empurrados goela abaixo da sociedade brasileira, sem qualquer debate público sério, apenas para atender aos interesses de grupos lobbistas parasitários financiados pelo Grande Capital, por intermédio de ONGs, bilionários e banqueiros.

Para agravar esse cenário, uma parcela acéfala, irresponsável e desorientada da Esquerda aderiu a essa agenda racialista, acreditando que, com isso, conquistaria o apoio eleitoral de oportunistas e ingênuos de ocasião. Enquanto isso, a Extrema Direita observa, gargalha e celebra a reedição de um de seus mais antigos estratagemas: a obsessão pela "pureza racial". Eis o retrato da falsa dicotomia entre a Esquerda neoliberal e a Extrema Direita.

Somente a estupidez ou a perversidade podem sustentar a crença de que seja possível promover "justiça social" por meio de metodologias inspiradas em critérios de classificação racial.

Todo repúdio é pouco diante desse nível de desonestidade intelectual, perversidade política e degradação moral representado pela pretensão de classificar seres humanos com base em meros traços fenotípicos, como se fossem espécimes submetidos a processos seletivos de uma fauna catalogada.Trata-se de um profundo retrocesso, celebrado pelos reacionários fascistizados de plantão como se fosse uma "grande inovação progressista".

Os espectros doentios do Terceiro Reich parecem encontrar novo fôlego na frágil e delirante democracia brasileira. Uma das mais engenhosas estratégias do neoliberalismo consiste em dispensar governos explicitamente fascistas. Basta arregimentar, embrutecer e alimentar uma sociedade fascistizada, capaz de reproduzir espontaneamente os mecanismos de controle, segregação e vigilância que outrora dependiam da ação direta do Estado.

(Wellington Fontes Menezes)

 

👉 PARA SABER MAIS: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/06/20/entenda-como-funcionam-as-bancas-que-avaliam-os-candidatos-as-cotas-raciais-governo-indica-que-pode-aprimorar-modelo.ghtml



O GRANDE SERPENTÁRIO BRASILEIRO: O FASCISMO CULTURALISTA NEOLIBERAL COM SEMBLANTE DE MULHER

 

Érica Hilton, Janja e Michelle Bolsonaro. Três irmãs siamesas a serviço do neoliberalismo. São três exemplos de miséria política que surfam na fabricada onda identitária que graceja na sarjeta apodrecida do pensamento social vulgar de um Brasil no limbo do século XXI.

Três figuras amorfas que passariam despercebidas em qualquer insossa festa de criança realizada em um buffet com atendimento pré-fabricado, mas que somente a astúcia do oportunismo poderia transformar em "musas inspiradoras" de seus respectivos segmentos, séquitos, bajuladores e zumbis das redes sociais.

O que há em comum entre as três figuras é o industrial senso de oportunismo que o desejado elevador da engessada mobilidade capitalista permite aos vitoriosos lumpens das franjas sociais. Temos duas mulheres de meia-idade casadas com velhos políticos que ocuparam e ocupam a Presidência do país e, para fechar a tríade, uma outrora desconhecida e insípida alpinista social que surfou, habilmente, na atual onda do lobby da "transfobia" e sagrou-se porta-voz de uma causa da qual ela própria se beneficia.

Ambas as esposas são produtos do velho e bem conhecido mecanismo de ascensão social meteórica por meio dos laços matrimoniais do patrimonialismo patriarcal. Todavia, cada uma, a seu modo particular, adora criticar o mesmo mecanismo que deu vida ao seu "protagonismo" midiático, mas degusta suas majestosas e incessantes benesses, sorvendo cada gota de suas iguarias. A outra percebeu os frutos deliciosos que somente o parasitismo político demagógico poderia oferecer ao ego e à conta bancária.

O destacado trio de figuras que ocupa parte do teatro das pautas da miséria política brasileira nutriu-se da exploração de um suposto e explorado imaginário: o "preconceito estrutural". Segundo tal lenda da decolonialidade colonizada pelo identitarismo estadunidense, haveria uma mácula na formação de Pindorama, penetrando na sociedade brasileira desde os tempos das caravelas portuguesas, e que existiria até os dias atuais, tão rígida quanto as rochas que constituíram os sedimentos do solo brasuca.

Diante desse pressuposto atávico de deterioração moral à brasileira, o trio é vendido como divindades virginais e pastoris de um novo modelo de puritanismo moral que busca apresentar-se como a neófita carapuça da moralidade social.

Curiosamente, o trio critica o mesmo modelo sociocomportamental que catapultou suas vidas das trevas da irrelevância obscurecida pelo anonimato para os generosos holofotes narcísicos das grandes "gênias" da política e da cultura de Pindorama.

Nada é mais hipócrita do que a política calcada no moralismo puritano, seja o conservador, seja o progressista reacionário. Ambos os campos trevosos operam com uma teologia própria, porém aproveitam-se do sensacionalismo barato e da estupidez típica das massas de uma sociedade aturdida e pasteurizada pela lobotomia do capital.

A doutrina neoliberal trouxe consigo sua reacionária agenda ideológica e sua perversa artilharia culturalista de um fascismo que se apresenta como promessa de ser dócil, justo, democrático e pautado na farsa da cândida "diversidade", mas que carrega consigo a podridão de um autoritarismo tão nefasto quanto inquisitorial.

(Wellington Fontes Menezes)

 

A REAL AMEAÇA À SOBERANIA E À DEMOCRACIA BRASILEIRA: TRÊS VAGABUNDOS EM BUSCA DO PLANALTO

  É assustador que, diante de um processo eleitoral tão tétrico, haja tanta passividade na sociedade brasileira. Cada vez mais, a qualidade ...